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Presidente Donald Trump retirou os Estados Unidos do Acordo de Paris

Nesta primeira quinta-feira do mês de junho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a retirada de seu país do Acordo de Paris, como já havia avisado que o faria, durante a sua campanha presidencial.

Segundo este acordo, assinado em 2016 por 195 países, todos os participantes comprometem-se a aumentar o consumo a partir de fontes renováveis em 30%, até 2020. Deste valor, 60% devem ser procedentes da eletricidade, 10% dos transportes e o restante, do aquecimento e arrefecimento.

Conforme as regras adotadas no Acordo de Paris, um país só poderia desfazer o seu compromisso, passados três anos da assinatura do mesmo e, ainda assim, após retificar sua posição, o cancelamento só seria efetivo após um ano; ou seja, que, na teoria, os Estados Unidos deveriam seguir com seus compromissos até 2020, no entanto, desde que chegou ao poder, Trump já aprovou diversas medidas que desmantelam a política criada por Obama, anteriormente, na sua luta contra as mudanças climáticas.

O atual presidente americano, que acredita que o aquecimento global é uma farsa inventada pela China e que, desde a sua campanha, sempre manteve o seu posicionamento pró-carvão, em dezembro de 2016, nomeou como diretor da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, um político republicano do estado de Oklahoma que também nega as mudanças climáticas e teve sua campanha política, em parte, financiada pelas indústrias de combustíveis fósseis.

Apesar dos Estados Unidos ser o segundo maior país emissor de gases de efeito estufa no mundo, apenas atrás da China, Trump não reconhece as consequências mundiais deste fato e afirma que o Acordo de Paris era algo programado para beneficiar outros países, principalmente, a China e acredita que, se permanecesse neste pacto, até 2025, o país teria perdido 2,7 milhões de postos de trabalho e “três milhões de milhões” de dólares em PIB.

O líder americano diz estar ratificando o seu compromisso de “America First” (América Primeiro) que prometeu seguir durante a sua campanha.

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